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Quarto Conselho

Escolha constituir um lar

O propósito divino para o homem e a mulher que se amam é que se unam formando um lar. Isso é mais do que serem parceiros amorosos. O apóstolo Paulo diz que desejava que os jovens se casassem, que se amassem, que se cuidassem mutuamente, que regessem o lar sob os princípios divinos, que reconhecessem a posição de cada cônjuge no plano espiritual e na hierarquia familiar, que tivessem filhos, educassem-nos e os disciplinassem nos princípios da Palavra de Deus e no temor do Senhor. Enfim, queria que o lar cristão fosse feliz, estável e um abençoado modelo para a sociedade.

Escolha o respeito. Paulo aconselha a Timóteo que interaja com as moças com pureza.  Isso fala de dar respeito, de se dar ao respeito e de respeitar a si próprio. Ele observa que há princípios espirituais, éticos e sociais estabelecidos por Deus para o uso do corpo e revela por inspiração divina: o corpo do solteiro é para o Senhor e deve ser conservado puro sem a mácula e a profanação da prostituição e da fornicação, e assim ser-Lhe consagrado. Ainda ensina que o mesmo corpo glorifica a Deus quando, no casamento, é utilizado para satisfação e prazer mútuo dos cônjuges.

Aconselhando aos jovens tessalonicenses, Paulo declara que existe um modo de proceder que agrada a Deus e conduz ao progresso espiritual. Nesse contexto ele ressalta o uso correto do corpo, declara que a santificação e o progresso espiritual incluem a abstinência sexual para os solteiros. O princípio espiritual e ético da honra é não se deixar oprimir nem seduzir por pedidos sexuais de prova de amor e não ceder a ameaças do tipo: “eu não aguento me abster, se não fizer comigo faço com outra”. O princípio espiritual e ético do respeito é não oprimir ao outro com tais pedidos de prova de amor nem com tal ameaça. Fica claro que não se trata de mera proibição religiosa, mas de devoção a Deus. Um pretendente que se relacione bem com Deus vai, com efeito, respeitar você e se respeitar também.

O respeito não se limita à moralidade sexual, abrange também seus ideais vocacionais, seus vínculos familiares, seu círculo de amizades, suas potencialidades em todas as áreas da vida, seus sonhos, seus valores, seus gostos, seus hábitos e tantas outras particularidades. União afetiva para casamento não se limita a “juntar as escovas de dente e os panos e unir os corpos”, é ligar os universos pessoais e fazer daí um único mundo mais amplo para os dois. Não deve existir aquela coisa, tipo: “agora a sua família sou eu”, ou “você já tem a mim e não precisa mais dos seus amigos”, ou ainda “mulher minha tem que cuidar da casa e não trabalhar fora nem estudar” e babaquices desse tipo. Isso parece coisa boba para se mencionar nesse artigo, mas, como conselheiro, observo que é nisso que casais (cultos ou ignorantes, cristãos ou não cristãos, líderes ou membros comuns de igreja), têm errado feio e famílias têm se desintegrado.

Respeitar é apoiar o outro e o motivar, é prover meios para que o outro realize seus sonhos e viva todas as suas potencialidades e alegrias sonhadas, é festejar as realizações pessoais do outro e repartir com o outro a alegria das próprias realizações.

Escolha conversar abertamente. O namoro é um período de interação mental e social, existe para que o casal se conheça. O princípio espiritual da pureza ensina que o tempo precedente ao início do namoro e o tempo do namoro sejam usados para conhecer a pessoa e não o corpo da pessoa.

Conheça o que o outro faz de concreto em relação a seus sonhos e ideais, conheça como é sua relação com seus pais e demais familiares e o que pensam dele, conheça como se relaciona com Deus e com o povo de Deus, conheça como se relaciona com pessoas não professas. Enfim, se há identificação suficiente para valer a pena unir suas histórias e vínculos.

 Veja em que Cristo mudou a sua vida. Saiba se tem recaído em relação a vícios e maus procedimentos ou se ainda fazem parte dos seus hábitos. Considere se vale a pena correr o risco de se relacionar com uma pessoa de comportamento instável. A Palavra de Deus diz que a pessoa inconstante não chega a lugar algum na vida, e nem Deus o consegue abençoar.

Conheça seus interesses comuns e não comuns, e não caia na pegadinha do malandro: “paixão, eu gosto do que você gosta”. Procure conhecer seu temperamento e seus valores (isso aparece muito e pesa bastante depois do casamento). Pense nisso: Namoro de muita “pegada” e de pouca comunicação e fraco de interação intelectual, geralmente, termina em decepção e frustração e, às vezes tarde de mais, revela que o sapo era sapo mesmo e a bruxa era bruxa mesmo.

Manassés Herculano

Pastor da Igreja Redenção

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