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Deus pode ajudar na escolha do parceiro conjugal.

De antemão acho que devo fazer menção do óbvio: pedir para Deus ajudar não é a mesma coisa que deixar que Deus ajude.

Considere o caráter divino. Deus é fiel! Paulo Enfatiza essa verdade. É fiel porque não pode negar-se nem contradizer-se. Mesmo na nossa infidelidade Ele permanece fiel porque jamais trairá os seus princípios, nem a sua natureza justa, nem a sua Palavra e nem a sua santidade. O caráter de Deus é imutável.

Não pense que Deus vai lhe dar ou fazer algo que nas Escrituras é promessa se para fazer isso a você especificamente Ele tenha que trair o seu próprio caráter.

O profeta Malaquias assevera que Deus não se deixa levar por choro, lágrimas e gemidos, nem por sacrifícios, ofertas, liturgias e desespero para atender ao pedido do homem se, para tanto, tenha que trair sua santidade e justiça. Pense bem nisso!

Fortaleça-se na graça. As Escrituras descrevem que um aspecto da graça divina é a bondade indiscriminada. Assim é descrito: “pois faz que o seu sol se levante sobre justos e injustos e a sua chuva desça sobre maus e bons”.

Ele faz o bem a quem quer, ou deixa de fazê-lo a quem quer; e isso não depende do homem, e sim e somente de Deus.


Aplicando esse princípio ao nosso tema entendemos que qualquer pessoa (independente de credo) pode ser agraciada por Deus em encontrar um par conjugal e ser verdadeiramente feliz na vida afetiva. 

Para o homem que espera esse aspecto da graça, isso se aproxima do conceito de sorte e azar. Para o crente, isso mais confunde que edifica porque esse aspecto da graça não é relacional, é unilateral e genérico (basta ler o salmo 73 para ver a confusão que isso causa na cabeça do crente sincero que vê um ímpio desdenhando dele e sendo materialmente mais abençoado que o fiel).

Como entender, então, se Deus está disposto a nos ajudar?

Primeiramente, fortaleça-se na graça de Jesus. Conforme o pensamento paulino, graça não se limita ao favor divino imerecido concedido ao homem; não é só bondade indiscriminada.
Graça é também poder para não pecar: “o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça”. Portanto, receber de Deus graça é receber poder para não errar, para não pecar, para não escolher de maneira errada e, por assim dizer, poder para acertar.
Esse aspecto da graça exige atitude, iniciativa, ação e disposição do homem. É o aspecto relacional da graça divina. Tem a ver com o “pedi, batei, buscai” que Jesus ensinou.
A graça é e vem de Deus, mas se você não for à fonte, padecerá de cede. Paulo exorta a Timóteo: “tu, pois, meu filho fortifica-te na graça que há em Cristo Jesus”. Paulo não falaria isso atoa se não dependesse de uma atitude firme do jovem discípulo. Ele manda o moço ter iniciativa e não ficar na passividade. Diz também noutro lugar para ele ser participante, que interaja com Deus para usufruir o poder e os benefícios da graça. Ou seja, a graça é também relacional. Esse aspecto da graça divina traz entendimento e posicionamentos firmes.

Em segundo lugar: espere em Deus. A ideia é: enquanto espera em Deus fortaleça-se na graça. Esperar em Deus conforme citação do apóstolo é depender de Deus e não esperar passivamente enquanto o tempo passa angustiosa, ligeira e aflitivamente. 
Paulo testifica que quem espera em Deus se mantém em oração e rogos diuturnamente. É a forma interativa da graça, na qual é possível se fortalecer com seu poder e ser beneficiado por ela estabelecendo uma vida de oração e entrega.
A oração é o lugar de esperar em Deus; em oração é a forma de se esperar em Deus. Significa colocar-se na dependência dEle, sob seu controle espiritual. O ponto mais elevado construído nessa ideia de Paulo quanto ao esperar no Senhor, diz que Deus vai prover a quem nEle espera corretamente. De alguma maneira, aquilo que é a necessidade será trabalhado por Deus e suprido. Daí Ele “opera em nós o querer e o efetuar”, compartilha uma fagulha da sua sabedoria, uma centelha da sua onisciência e, com a mente e o coração permeados de espiritualidade (a mente de Cristo em nós), fazemos racionalmente escolhas e tomamos decisões com maior probabilidade de acerto.

Oração não é algo que se faça desesperadamente quando somos surpreendidos por uma situação que a exige, quando uma paixão nos domina. Oração é uma pratica diária, uma forma de viver que nos prepara, nos disciplina e nos capacita para as coisas e situações que ainda estão por vir, que ainda nem sabemos.
Não adianta portar-se desesperado, instável emocionalmente e começar determinado isso ou aquilo como se fosse ato de fé ou ato profético. Não adianta correr para reuniões de oração, fazer campanhas, jejuns, vigílias (coisas que nunca faz), confundindo desespero com fé. Está escrito que “aquele que se apressa em seus passos, peca”.

Vida cristã é disciplina espiritual, não é histerismo. Desenvolva vida cristã disciplinada e equilibrada desde já e comece a colher os frutos daqui a algum tempo. Esse fruto pode ser o seu Isaque ou a sua Rebeca. 

Pr. Manassés Herculano

Pastor da Igreja Redenção

Contato: redencao.manasses@gmail.com

11-2351-3988

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