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Apesar de dizimarem, muitos casais percebem que seu dinheiro não rende. Trabalham bastante, não gastam, mas o dinheiro nunca dá.

Talvez falte um princípio bíblico: a ordem. A Bíblia mostra que Deus é um Deus de ordem:

 

“Antes de tudo, ele já existia, e, por estarem unidas com ele, todas as coisas são conservadas em ordem e harmonia.”  
Cl 1.17

 

Todas as nossas coisas devem ser conservadas em ordem. A palavra ordem significa arrumação e disciplina, portanto é preciso arrumas nossas finanças e ter disciplina nos gastos.

 

Certa vez perguntei numa reunião na Igreja, se as pessoas têm o controle de quanto gastam mensalmente, e descobri que quase todos não tinham noção das dividas.

 

Para mudar esta situação é necessário fazer um controle de despesas.

Isto significa anotar diariamente cada despesa realizada numa planilha.

Depois as despesas devem ser relacionadas em grupos na planilha que pode estar disponível no computador, ou num simples papel. Desta forma é possível fazer um levantamento dos gastos mensais.

 

Clique abaixo para ter acesso uma planilha em Excel, com fórmulas de cálculo já inseridas. Basta inserir seus dados, e conseguirá ter o orçamento doméstico do ano inteiro.

 

http://www.4shared.com/document/mdYhsmsa/PLANILHA_ORAMENTO.html

 

Os gastos a serem relacionados devem ser:

 

  1. Grupo de “contas da casa”: Aluguel ou prestação, condomínio, IPTU, luz, telefone, gás, internet, supermercado, empregada, reforma e consertos, TV a cabo e decoração;
  2. Grupo de “saúde”: Plano de saúde, dentista, medicamentos, médico;
  3. Grupo de “condução”: Prestação de carro, seguro, combustível, IPVA, mecânico, multas, passagem de ônibus;
  4. Grupo de “despesas pessoais”: Higiene pessoal, cosméticos, cabeleireiro, vestuário, acessórios, academia, telefone celular, cursos;
  5. Grupo de “lazer”: Restaurantes, lanchonetes e cafés, livrarias e bancas de jornal, vídeo, cinema, teatro, CDs e DVDs, hotéis, passeios, presentes;
  6. Grupo “cartão de crédito”: cartões de supermercados, de financeiras e crédito;
  7. Grupo “dependentes”: escola, faculdades, cursos extras, material escolar, uniforme, mesada, vestuário;
  8. Grupo “diversos”: INSS, IRPF, outros;
  9. Grupo de “animais domésticos”: ração, banho, veterinário, medicamentos, brinquedos.

 

Relacionadas às despesas, o casal terá a realidade dos gastos.

 

Aconselhamos a realizarem esse controle durante três meses para obter os dados, e depois semestralmente para verificarem se houve alguma alteração nos gastos.

Cada cônjuge deve andar com uma caderneta no bolso e anotar todos os gastos diários, desde o mais simples como um bombom na hora do almoço, até uma conta paga.

Se durante o ano, ocorrer alguma despesa não relacionada na planilha, esta deve ser inclusa imediatamente.

 

Depois de ter descoberto a real despesa financeira, deve-se fazer um balanço com as entradas da família.

 

A planilha de entrada deve conter:

 

  1. Salários;
  2. 13º salário;
  3. 1/3 de férias;
  4. Vale alimentação;
  5. Receita de locação;
  6. Extras.

 

Se as despesas forem maiores do que as entradas, o casal deve:

 

  1. Aumentar as entradas;
  2. Diminuir as despesas;
  3. E claro, a melhor das três, aumentar as receitas em conjunto com a diminuição de despesas.

 

Para ter o controle de gastos, é preciso ter um grande controle emocional. Muitas pessoas gastam mais quando estão ansiosas, deprimidas ou até mesmo estressadas. Outras pessoas foram acostumadas com prazeres que fazem parte de suas vidas, como a pizza do fim de semana, a bijuteria do mês, o sapato novo do mês, o passeio de fim de semana, etc...

 

Alguns têm dificuldade em cortar gastos, porque o meio em que vive não permite. São mulheres que trabalham em escritórios onde as colegas estão sempre elegantes e com roupas novas; são os homens que todos os amigos trocam de carro a cada ano; são os adolescentes que estudam em escolas onde os colegas só usam roupa de marca.

 

Estar nessa sociedade e não se enquadrar nela é ser rejeitado.

Sair dessa sociedade significa baixar o nível de vida. Porém é melhor ter dignidade e honra, não sendo hipócrita e agradando a Deus do que perder o sono por causa de divida e não ser prospero, por causa da vaidade.

Devemos tomar cuidado com a prosperidade excessiva:

 

Em provérbios 30.7-9 lemos:

 

“Eu te peço, ó Deus, que me dês duas coisas antes de eu morrer:

não me deixes mentir e não me deixes ficar nem rico nem pobre. Dá-me somente o alimento que preciso para viver.

Porque, se eu tiver mais do que o necessário, poderei dizer que não preciso de ti. E, se eu ficar pobre, poderei roubar e assim envergonharei o teu nome, ó meu Deus.” – NTLH

 

A ganância não vem de Deus, e nem a pobreza.
Saiba administrar suas finanças evitando o excesso para que não falte amanhã.

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