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Durante alguns anos de nossas vidas, pastoreamos uma Igreja na periferia de São Paulo. Foram anos muito bons para nós, especialmente quando Deus enviou um avivamento.

Foi um período onde cerca de 60 jovens usuários de drogas se converteram. A Igreja ficou cheia, o bairro mudou, e mães glorificavam a Deus pela salvação de seus filhos. Mas esse avivamento durou pouco, pois logo os jovens voltaram para o mundo e as drogas, permanecendo apenas alguns.

Durante muito tempo perguntei onde havia falhado.  Porque algumas pessoas são libertas dos vícios, mas depois retornam, mesmo tendo conhecido a Deus?

 

Hoje não estamos mais nessa Igreja, mas enfrentamos o problema dos vícios com muitos maridos. São vários tipos de vícios, entre eles a bebida, drogas, vídeo games, jogos, pornografia, etc...

Soubemos de alguns que foram libertos, mas retornaram ao vício.

Esses vícios tem acabado com as famílias.

 

Normalmente o vício é contraído por três causas:

Carência: pessoas que são rejeitadas, ou não se sentem amadas, procuram o vício para esconder a tristeza. “Algumas pessoas tem dificuldade em relacionar-se com Deus ou com outras pessoas. Quando seus relacionamentos são ameaçados ou perdidos, elas os substituem por objetos. Esta é a definição de vício.” Baker, Mark W. – Jesus, o maior psicólogo que já existiu Ed. Sextante.

Falta de caráter: alguns não facilmente influenciados ou não tem firmeza suficiente para negar os prazeres que o vício proporciona.

Hereditariedade: normalmente os filhos de viciados tem a tendência de se tornarem viciados, seja por ensino, ou genética.

 

O vício não se manifesta apenas com as drogas ou bebidas, na verdade tudo aquilo que gera dependência pode ser considerado como vício. Quando a pessoa não consegue viver sem algo, aquilo pode ser um vício. Por exemplo: a pessoa que não consegue viver sem doce, é considerada  viciada.   

 

Lidar com os vícios não é fácil, visto que até mesmo as grandes clínicas especializadas, não obtém sucesso em todos os casos. Sem falar que muitas vezes, a família não tem condições de mandar o viciado para casa de recuperação. Mas como o vício é real, a família precisa lutar contra ele, e nesse combate algumas atitudes podem ajudar.

 

Antes de qualquer coisa, devemos orar e jejuar  muito, pois a Bíblia nos instrui:

 

“pois não é contra carne e sangue que temos que lutar, mas sim contra os principados, contra as potestades, conta os príncipes do mundo destas trevas, contra as hostes espirituais da iniqüidade nas regiões celestes.”  Ef 6.12-13

 

Nossa luta é espiritual, por isso deve ser travada com armas espirituais.

 

Se a carência é a grande responsável pelo vício, então como agentes de Deus, devemos supri-la.

Muitas vezes por causa dos erros, expressamos raiva pelo viciado e o tratamos muito mal. Por mais absurdo que possa parecer, devemos tratá-lo com amor, pois quanto mais desprezo o viciado tiver, mais aumentará sua necessidade do vício.

Porém, esse amor deve ser dado com sabedoria. Amar não significa aceitar o erro, pelo contrário, deve haver correção. Em Gl 12.6, lemos: “pois o Senhor corrige ao que ama, e açoita a todo o que recebe por filho.” Correção é algo bíblico, e muitas vezes essas correções trazem dores, mas nunca se deve deixar de amar e expressar esse amor. É amar sem “passar a mão na cabeça”. É odiar o vício, mas amar o viciado.

Nessa expressão do amor pelo viciado e ódio pelo vício, deve haver o empenho em ajudar a formar o caráter através da palavra de Deus e um discipulado.

Vale à pena enviar CDs de pregações, livros evangélicos, Bíblias, conversar sobre Deus, levar para a Igreja, orar junto, convidar irmãos da Igreja para realizar cultos em casa, e tudo aquilo que Deus direcionar. O que não dá é para ficar parado vendo o vício acabar com uma vida e uma família.

É preciso também, manter o viciado longe de tudo o que pode levá-lo ao vício. Se ele for viciado em álcool, nunca deve passar na frente de um bar; se é a pornografia, deve cortar todo o acesso a ela como TV a cabo, internet, etc...

 

Cremos que muita oração, paciência e ajuda de Deus, a família conseguirá vencer o vicio.

No entanto se a dificuldade for maior, vale a pena procurar a ajuda de clínicas cristãs especializadas, nem que isso tenha que custar todo o patrimônio da família, pois para Deus, mais vale uma pessoa liberta do que todo o tesouro do mundo!

 

NUNCA DESISTA DE SEU AMOR, POR CAUSA DO VÍCIO!

 

 

 

 

 

 

 

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